sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

DEPRESSÃO - SOLUÇÕES DO SUPERCÉREBR



DEPRESSÃO -  SOLUÇÕES DO SUPERCÉREBRO

Pesquisado por dharmadhannya Eu fi algumas considerações com a letra azul.

E muito importante que todo curador, psicoterapeuta estude a depressão. Há vários métodos de "cura"  e a "consciência" dos sintomas faz parte da liberação. A informação  é luz, é consciência.
A depressão muitas vezes funciona como uma "ferida" e fica evidente nos exames e que deve ser tratada, deve ser combatida , para não tornar-se crônica.

  Os exercícios físicos melhoram 90%  e quando nos entregamos estamos vencidos. A pessoa deprimida para de fabricar o hormônio da "alegria" e por isso tudo fica escuro, procure ajuda...

 Neste texto, vamos dar mais um passo para mostrar como usar o cérebro em vez de permitir que ele nos use. A aplicação desse princípio à depressão, que aflige milhões de pessoas – é a principal causa de incapacidade nos americanos entre 15 e 45 anos –, resultará em muito bem-estar.

 Como disse um paciente:
“Era como se eu estivesse caindo e, pouco antes de atingir o solo, em vez de a queda durar um segundo, o sentimento de pânico permanecia por dias e dias, e eu nem sabia do que estava com medo”. Os que sofrem de depressão sentem-se vítimas de um cérebro que entrou em colapso.

Embora a depressão seja classificada como uma doença moderada, atribuída à incapacidade do cérebro de reagir adequadamente ao estresse interior e exterior, ela afeta o corpo todo.

 Transtorna os ritmos corporais na forma de irregularidade do sono. Causa desinteresse sexual e perda de apetite. Pessoas deprimidas encaram a comida e o sexo com cansada indiferença. Em situações sociais, sentem-se desconectadas.

 Não entendem claramente o que os outros estão dizendo e não sabem expressar como se sentem – estar na companhia de outras pessoas é uma situação nebulosa e perturbadora.
O cérebro está envolvido em todos esses sintomas.

Tomografias de pessoas depressivas mostram um padrão singular, no qual algumas áreas do cérebro são superativas e outras mostram baixa atividade.

 A depressão afeta em geral o  córtex cingulado anterior (ligado a emoções negativas, mas também à empatia), a amídala (responsável pelas emoções e pela reação a situações novas – pessoas depressivas geralmente não reagem bem ao novo) e o hipotálamo (ligado a impulsos como o sexo e o apetite).

Essas áreas interconectadas ligam-se numa espécie de circuito depressivo – a rede que queremos afetar positivamente para voltar ao normal.

A depressão é causada por um fato que funciona como gatilho, mas pode ser tão pequeno que passa despercebido.

Uma vez acionado, o cérebro muda, e no futuro vai precisar de gatilhos cada vez menores para entrar em depressão, até
que finalmente mais nenhum seja necessário. Quando isso acontece, a pessoa se torna prisioneira de emoções desenfreadas que podem provocar distúrbios de humor.

Você está deprimido? Todos nós usamos essa palavra casualmente, mas estar triste ou “pra baixo” não é o mesmo que estar deprimido. Quando uma pessoa recebe o diagnóstico de depressão, seja ela aguda (de curto prazo) ou crônica (de longo prazo), o humor deixa de seguir o padrão normal de altos e baixos.

 A pessoa não consegue se livrar do sentimento de tristeza, impotência, desesperança, nem se interessar por qualquer coisa. Qualquer atividade diária parece avassaladora. Freud ligou a depressão ao luto, situações que são semelhantes.

Em muitos casos, assim como o luto desaparece depois de algum tempo, o mesmo ocorre com a depressão. Mas, se ela dura, a pessoa enfrenta o dia a dia sem esperança de alívio. Vê a vida como um fracasso total e pode não encontrar razão para continuar vivendo. (Cerca de 80 por cento dos suicídios são causados por um surto de forte depressão.)


Pessoas que sofrem de depressão há muito tempo em geral não conseguem identificar quando ou por que os sintomas começaram. Se a depressão é comum na família, podem achar que a causa é genética ou ter esquecido quando foi que perceberam que estavam tristes o tempo todo ou se sentiam sem esperança sem razão aparente.


Ao lado do autismo, a depressão é considerada a doença de
maior componente genético entre os transtornos psicológicos – mais de 80 por cento dos deprimidos têm alguém na família que sofre da doença. Mas, na maioria dos casos, os genes apenas predispõem a pessoa a distúrbios de humor, mas não determinam sua instalação.


Como substituir crenças nocivas
É culpa minha.
Em vez de pensar assim, você pode pensar: não é culpa minha, não é culpa de ninguém, a culpa ainda não foi determinada, pode não ser culpa de ninguém ou encontrar o culpado não resolve o problema – devemos nos concentrar na solução.

Não sou suficientemente bom.
Em vez de pensar assim, você pode pensar: sou suficientemente bom, não preciso me comparar com os outros, não se trata de ser bom ou ruim, ser “suficientemente bom” é relativo, vou ser melhor no futuro ou estou aprendendo cada dia mais.

Não vai dar certo.
Em vez de pensar assim, você pode pensar: algo vai me acontecer, sempre há um jeito de fazer dar certo, posso pedir ajuda, se uma coisa não funciona, sempre existe outra coisa que pode funcionar ou ser pessimista não me ajuda a encontrar uma solução.

Quando uma porta fecha – dez portas abrem...
O que vou aprender agora, para o futuro.

Sei que não vai funcionar.
Em vez de pensar assim, você pode pensar: não, eu não sei, estou apenas imaginando, estou só ansioso, mas vai passar ou olhar para trás só é bom se levar a um futuro melhor.

Não posso fazer nada a esse respeito.
Em vez de pensar assim, você pode pensar: posso encontrar alguém que possa fazer, sempre tenho a opção de cair fora, preciso analisar melhor a situação ou ser derrotista não me ajuda a melhorar as coisas.
Eu posso escolher ser feliz, apesar de tudo...
Não vou me entregar, vou dar a volta por cima...
Ninguém me vencerá... Sigo em frente

Era só uma questão de tempo, ia acontecer.
Em vez de pensar assim, você pode pensar: não sou fatalista, isso Era imprevisível, isso também vai passar, nunca chove o tempo todo ou ser fatalista me tira a possibilidade de escolha.

Não estamos dizendo que todas as crenças alternativas funcionem o tempo todo.
Você precisa ser flexível. O desagradável da reação depressiva é que ela é generalizadora.

A pessoa se sente impotente para consertar o câmbio do carro (quem não se sentiria?), mas também para sair da cama e enfrentar o dia (um sintoma de depressão). Para se tornar flexível, você precisa derrotar a reação depressiva em seu próprio campo.

Como fazer isso? Se sua reação automática é de tristeza, impotência ou desesperança, recuse-se a aceitá-la. Permita-se um momento, respire fundo e consulte sua lista de reações alternativas. Encontre uma que funcione.

 Isso exige tempo e esforço, mas vale a pena. Aprender uma nova reação forma novos circuitos neurais no cérebro. Também abre portas. Que tipo de portas? Quando você está
deprimido, tende a ficar isolado, solitário, apático, inativo, passivo e fechado à mudança.

 As novas portas têm o efeito exatamente contrário. Introduzindo uma nova reação, você resiste à tentação de voltar às velhas crenças. Em vez de se isolar, você percebe que os outros lhe fazem bem.

 Em vez de ser passivo, você percebe que assumir o controle também é bom para você.

Outra estratégia é quebrar a reação depressiva, que parece insuperável, em pedaços manejáveis. A melhor tática é dar um passo de cada vez, escolhendo a parte com a qual você se sente preparado para lidar.

A inércia é a melhor amiga da depressão - imobiliza. Você sempre terá um obstáculo a ultrapassar antes de poder fazer algo realmente positivo. Portanto, não transforme um montinho num Himalaia.

Esforçar-se para vencer obstáculos menores estimula o cérebro a abandonar velhos padrões e a adotar novos. Você está expandindo sua consciência quando permite a entrada de impulsos frescos da fonte, que é seu verdadeiro eu.

 Por trás da máscara da depressão, um comportamento ligado a uma reação inflexível, arrogante, que reside sua verdadeira personalidade, o eu que pode liderar o processo de cura.

Em simples palavras, só você tem o poder de se curar. A depressão cria a ilusão de que toda a força lhe foi tirada. Na verdade, uma vez descoberta uma abertura, você poderá resgatar seu verdadeiro eu, passo a passo.

O hábito da depressão: se você já viveu perto de um alcoólatra ou qualquer outro viciado, sabe que eles se comportam com oscilações previsíveis. Quando eles estão sóbrios ou livres da droga, arrependem-se sinceramente e não desejam voltar ao vício.

Mas quando o viciado enfrenta a tentação de beber, de se drogar, de comer demais ou de ter um acesso de raiva (dependendo de qual seja o vício), as boas intenções somem.

 A força de vontade desaparece, o vício assume o controle e tudo o que importa é satisfazê-lo.

A depressão também tem um lado viciante, “anestésico” no qual a tristeza e a desesperança assumem o controle.

 “Não consigo ser de outro jeito” é o lamento tanto do viciado quando do depressivo habitual. Em muitos casos, o “lado bom” e o “lado mau” lutam entre si.

 Para o alcoólatra, o mau bebe, enquanto o bom fica sóbrio. Na pessoa deprimida, o mau é triste e desesperançado, enquanto o bom é feliz e otimista. Mas, na verdade, a depressão lança sua sombra sobre tudo.

 Os melhores momentos são apenas o prelúdio de uma recaída. No final, o lado mau vence, e o bom é apenas seu fantoche.

A guerra não tem vencedor, porque cada vitória é apenas temporária, e o pêndulo continua oscilando de um lado para o outro. Quando uma guerra não tem vencedor, por que lutar?

O segredo para se livrar de velhos hábitos arraigados é parar de lutar consigo mesmo, encontrar um lugar interior que não esteja em guerra. Em termos espirituais, esse lugar é o verdadeiro eu.

 A meditação abre caminho para alcançá-lo.

Tradições de sabedoria de todo o mundo afirmam que todos podem ter acesso à paz, calma, silêncio, plena alegria e respeito pela vida.

Quando as pessoas me dizem que não acreditam na meditação, minha resposta é que elas não devem acreditar no cérebro, porque quatro décadas de pesquisas cerebrais provaram que ele se transforma com a meditação, e hoje novas evidências indicam que o componente genético também melhora com a prática.

 Ou seja, os genes corretos são ligados, e os errados, desligados. Para enfrentar a reação depressiva, não basta simplesmente voltar-se para dentro.

Você precisa ativar seu verdadeiro eu e trazê-lo para o mundo. Até que consiga provar a inutilidade de novas reações e crenças, as velhas vão manter um baluarte em sua consciência. Você está muito acostumado a elas, e elas sabem a maneira mais rápida de voltar.

 Portanto, quebrar o hábito da depressão exige uma
combinação de trabalho interior e exterior, como explicaremos a seguir.

 Para provocar uma doença psiquiátrica, genes e ambiente atuam em conjunto. Muitas pessoas deprimidas dirão que seu problema não é o sentimento de depressão em si, mas a esmagadora fadiga que sentem – como dizem alguns, o contrário de estar deprimido não é apenas estar feliz, é sentir-se vivo.

 A fadiga, por sua vez, leva a mais depressão. Uma vez que você decida, com consciência e intenção inabalável, que você não é o seu cérebro, pode se tornar um só com suas emoções e reações ao mundo exterior. Atuando como líder de seu cérebro, você pode reprogramar sua neuroquímica e até a atividade genética, não mais ligada a distúrbios de humor.

A chave é fazer as partes bloqueadas ou desequilibradas de seu cérebro voltarem a se movimentar. Quando isso acontecer, você será capaz de trazer seu cérebro de volta ao equilíbrio natural. Esse é o objetivo para o qual gostaríamos
de contribuir, e é também a abordagem mais holística.

Os três passos para a depressão
Uma vez que o cérebro seja treinado, a reação volta a ser normal. Às vezes, a pessoa que está deprimida se adaptou tão bem à doença que se surpreende quando um amigo, o médico ou o terapeuta lhe diz que ela sofre de depressão. Existem várias teorias sobre a influência genética e desequilíbrios químicos do cérebro, mas estão encobertas por uma sombra de dúvida.

 (Uma pesquisa revelou que pacientes deprimidos não são geneticamente diferentes dos outros. Ainda não está claro se os antidepressivos atuam para corrigir um desequilíbrio químico. Mas, quando pacientes depressivos conseguem encontrar a terapia correta e falar de seus sentimentos, seu cérebro muda de uma maneira que lembra as mudanças produzidas pelos remédios.

 Então, temos mais um mistério: como o ato de falar e o de tomar uma pílula produzem o mesmo resultado psicológico? Ninguém sabe.) Se um jovem tem maus hábitos à mesa, a que atribuímos esse comportamento? Provavelmente, supomos que tudo começou na infância e se tornou um hábito. Se ele persistiu, foi porque a pessoa não encontrou boas razões para mudá-lo.

 E se a depressão tiver o mesmo perfil? Poderemos recuperar os passos através dos quais ela se desenvolveu e
então desfazê-los.

Então, vamos encarar a depressão como um comportamento arraigado.

Comportamentos rígidos têm três componentes:
1. Uma causa externa antiga, geralmente esquecida desde então.

2. Uma reação a essa causa, que por alguma razão não é saudável ou não foi examinada.

3. Um hábito arraigado que se tornou automático.

Vamos desfazer em nossa mente o hábito de chamar todo tipo de depressão de doença, particularmente a moderada, a mais comum. (Com certeza, a depressão grave e crônica deve ser tratada como qualquer outra doença mental.)

 Se alguém fica deprimido depois de um divórcio, não está doente. Se sofre uma perda ou se sente triste depois de perder o emprego, isso não é doença. Quando uma mulher perde o marido amado, podemos dizer:

 “Ela está arrasada de tristeza”, mas a tristeza é natural, e a depressão que surge também é natural. O que isso nos diz é que a depressão é uma reação natural, mas que pode piorar terrivelmente. Quando a depressão piora, três componentes são responsáveis:

1 . Causas externas: acontecimentos externos podem deixar alguém deprimido.

Durante a grave recessão econômica de 2008, 60 por cento das pessoas que perderam o emprego afirmaram que isso as deixou ansiosas ou deprimidas. O número é muito maior entre trabalhadores que ficaram sem ocupação por mais de um ano.

Se alguém se submeter a estresse por um longo período de tempo, a depressão será mais do que provável. O estresse de longo prazo pode ser causado por um trabalho entediante, isolamento social e doença crônica. Em certa medida, uma pessoa deprimida está reagindo a más circunstâncias, atuais ou passadas.

2. A reação: uma causa externa não pode deixar uma pessoa deprimida a menos que ela reaja de certa maneira. Pessoas que estão deprimidas aprenderam há muito tempo a ter uma reação distorcida quando algo dá errado em sua vida, como:

É minha culpa.
Não sou suficientemente bom.
Não vai dar certo.
Sei que não vai funcionar.

Não posso fazer nada a respeito.
Era só uma questão de tempo, ia acontecer.

Crianças pequenas que apresentam alguma dessas reações têm justificativa. Elas estão se reportando ao cérebro com um ponto de vista sobre a realidade. O cérebro se adapta à imagem da realidade que está treinado para ver.

Crianças pequenas têm pouco controle sobre sua vida; são fracas e vulneráveis. A falta de amor de um dos pais pode criar qualquer um desses pensamentos, assim como um acontecimento familiar desastroso, como a morte. Mas quando um adulto tem essas reações, então o passado está minando o presente.

3. O hábito de estar deprimido: quando alguém tem uma reação depressiva, ela reforça a reação seguinte, enfrentando um novo estresse provocado pelo mundo exterior. Seu primeiro namorado lhe deu o fora? Então é natural ter medo de que o segundo possa fazer o mesmo. Algumas pessoas conseguem lidar com esse medo, mas para outras ele parece insuperável.

 Em vez de ter coragem de encontrar um segundo namorado mais amoroso e fiel, elas se culpam e alimentam o medo. Continuam tendo reações depressivas, geradas interiormente, e depois de um tempo essas reações se tornam um hábito.

Desfazendo o passado
Uma vez que a depressão se torne um hábito, o que provavelmente acontece anos antes de a pessoa reconhecer que está triste e desesperançada, não precisa mais de um gatilho. Pessoas depressivas deprimem-se por estarem deprimidas.

Uma névoa cinza encobre tudo; o otimismo é impossível. Esse estado de derrota nos diz que o cérebro formou circuitos fixos e que talvez – ou provavelmente – um elemento genético e neurotransmissores estejam envolvidos. O sistema de apoio para criar a realidade pessoal entra em cena.

Quando a reação depressiva é internalizada, é como um carvão em brasa que pode se incendiar com uma pequena fagulha. Um incidente insignificante como um pneu furado ou um cheque sem fundos deixa a pessoa sem condições de decidir se isso vai aborrecê-la ou não. A reação depressiva já está acionada.

Pessoas depressivas podem inclusive se sentir tristes com boas notícias; estão sempre esperando que algo ruim aconteça porque estão presas ao hábito da depressão. O desequilíbrio do cérebro pode ser constatado através da atividade mental.

 Tomografias de pessoas deprimidas parecem confirmar essa conexão. Mostram que as mesmas áreas que se excitam com os efeitos benéficos dos antidepressivos também se excitam se a pessoa se submete à terapia e consegue falar de sua depressão.

Falar é uma forma de comportamento. Se o comportamento pode nos tirar da depressão, é razoável supor que também pode nos levar a ela. (Por enquanto, vamos deixar de lado o tipo de depressão com causas físicas – ou orgânicas, como dizem os médicos –, como muitas doenças, a demência senil, assim como uma dieta desequilibrada e toxinas ambientais.

Quando a causa física é corrigida, a depressão em geral desaparece automaticamente.) Como essa explicação parece razoável, as principais questões são como evitar desenvolver uma reação depressiva e como reverter a depressão depois que ela se instala.

Podemos abordar a questão da prevenção e da melhora usando as mesmas três  categorias que discutimos anteriormente.

Acontecimentos exteriores: as pessoas dizem “Você viu o noticiário? Estou tão deprimida com a situação do mundo”. Ou “Fiquei deprimido durante muito tempo depois do 11 de setembro”. Acontecimentos externos podem nos deprimir, mas na verdade são os ingredientes menos fortes para causar depressão.

Perder o emprego pode ser deprimente se a pessoa está predisposta a uma reação depressiva, mas, se ela não está, pode estimulá-la a alcançar postos mais altos. Coisas ruins são inevitáveis, mas alguns fatores as tornam piores:

Quando o estresse é repetido.
Quando o estresse é imprevisível.

Quando você não tem nenhum controle sobre o estresse.
Imagine uma mulher cujo marido é um alcoólatra agressivo. Ele já a agrediu repetidas vezes; ela não pode prever quando ele vai ter um de seus acessos de raiva; ela não consegue encontrar forças para deixá-lo. Essa mulher é uma forte candidata à depressão, porque os três elementos de um profundo estresse estão presentes.

A agressão é repetida, imprevisível e está além do seu controle. Todo o seu sistema mente-corpo vai começar a se fechar se ela continuar nessa situação. Isso acontece quando camundongos recebem choques elétricos moderados.

Quando os pesquisadores aumentam e espaçam o número de choques a intervalos aleatórios, e não lhes dão maneira de escapar, não faz diferença que os choques sejam inofensivos. Os camundongos logo desistem, tornam-se letárgicos e indefesos e, com o tempo, morrem.

 Em outras palavras, sua depressão induzida foi tão extrema
que destruiu neles a vontade de viver.

O que isso significa para uma pessoa que quer evitar a depressão? Primeiro, parar de se expor a estresses contínuos. Isso pode significar um mau chefe, um marido agressivo ou qualquer outro estresse que se reforça todos os dias.

 Segundo, evitar a imprevisibilidade estressante. Sim, a vida é imprevisível, mas existe um limite: as incertezas devem ser aceitáveis. Um chefe que tenha acessos de raiva imprevisíveis não é aceitável. Para muita gente, o trabalho de vendedor, em que qualquer cliente pode bater a porta na sua cara, é incerto demais para suportar.

Um marido ou uma esposa que talvez possa cometer uma traição é uma imprevisibilidade ruim.
Da mesma forma, você deve aumentar as rotinas previsíveis que o ajudem a se defender do estresse. Todo mundo precisa de uma boa noite de sono, de exercícios regulares, de um relacionamento estável e de um emprego confiável.

Hábitos regulares não são bons de uma maneira vaga – eles ajudam a evitar a depressão, treinando o cérebro numa direção positiva.

Por sentirem-se impotentes e desesperançadas, as pessoas deprimidas tendem a ser passivas numa situação estressante. Incapazes de enxergar uma maneira proveitosa de resolver a situação, elas se negam a tomar decisões que podem funcionar; em vez disso, tendem a não tomar nenhuma decisão, o que raramente funciona.

Aguentam a situação ruim por tempo demais. Quando a depressão não está presente, a pessoa geralmente sabe o que precisa ser consertado e como se livrar daquilo. São decisões básicas que devemos tomar durante toda a vida.

Se você souber que tem tendência à depressão, é importante enfrentar o problema prontamente, porque, quanto mais esperar, mais chance haverá de a reação depressiva se instalar.

 Estamos falando de situações comuns, como um possível conflito no trabalho, um adolescente que está excedendo o horário de voltar para casa, ou um parceiro que não está fazendo a parte dele no trabalho doméstico.

A depressão torna a pessoa excessivamente sensível a pequenos gatilhos, gerando uma sensação de impotente resignação. Mas, se você agir cedo, antes de chegar a esse estágio, terá tempo de lidar com o estresse cotidiano e energia para decidir fazer isso.

Saiba como tomar essas decisões prontamente, ignorando a vozinha que faz você não agir.

A reação depressiva: causas mais sutis de depressão são mais difíceis de desfazer do que o estresse exterior. Se você não quer ficar gordo, é melhor evitar ganhar uns quilos do que tentar perdê-los. O mesmo ocorre com a depressão. É mais fácil aprender a reação correta ao estresse do que consertar a reação errada.

 A reação correta envolve resiliência emocional, que nos permite sair do estresse. Corrigir a reação errada exige retreinar o cérebro. Da mesma forma que uma pessoa gorda
consegue perder peso, um cérebro que foi treinado para reagir com depressão pode ser ensinado novamente.

Todo mundo tem reações autodestrutivas, e ninguém gosta do que elas nos causam. Substituí-las por alternativas melhores exige tempo e esforço. No caso da depressão, hoje sabe-se que mudar as crenças autodestrutivas de uma pessoa deprimida pode levá-la à recuperação.

 Crenças são como softwares que repetem os mesmos comandos, embora sejam mais perniciosas, porque vão ficando cada vez mais arraigadas a cada repetição.

Eis alguns exemplos da programação que automaticamente entram em ação quando a pessoa está deprimida, acompanhados de crenças alternativas que se contrapõem à reação depressiva".  Rudolph Tanzi e  Chopra




CÉREBRO SAUDÁVEL – 0S 7 PRINCÍPIOS
Débora  Furtado

1.. Estimule-se fisicamente. Mova-se. 
Dance, faça exercício aeróbico, nade, jogue tênis, futebol.

Faça exercícios de lateralidade, por exemplo, com a mão esquerda toque sua orelha direita e com a mão direita toque seu nariz.

Agora vice-versa e repita várias vezes até dominá-los.


2.. Tome oito copos de água.

De acordo com os especialistas, isso não é opcional, é obrigatório se quisermos que nosso cérebro funcione de uma maneira ótima.

E se estamos estressados, devemos aumentar para 16 copos de água ao dia.

90 por cento do volume de nosso cérebro está composto por água e é o principal veículo das transmissões eletroquímicas.

3.. Oxigenize-se.

Faça exercício, caminhe diariamente.

Antes de uma reunião importante ou de um trabalho que necessite de concentração respire fundo.

Respire em 4 tempos, segure o ar em 16 e exale em 8.

O doutor Otto Warburg, Prêmio Nobel de Fisiologia, fez uma experiência na qual conseguiu converter células sãs em malignas, através do simples procedimento de reduzir-lhes o oxigênio.

Fique rodeado de plantas.

Sabia que uma só planta pode remover partículas contaminadas do ar em um espaço de 9 metros quadrados?

As plantas aumentam a ionização negativa do ar e o carregam de oxigênio, aumentando nossa produtividade em 10%.

Algumas plantas como as dálias provaram ser as melhores para isso.

4.. Consuma alimentos para o cérebro.

É conveniente para o cérebro que comamos cinco porções de fruta e verduras ao dia,

sementes, alho, grãos completos, cogumelos, azeite extra-virgem e proteínas.

O peixe literalmente proporciona a formação de novas células nervosas.

5.. Pense positivamente.

Os pensamentos negativos geram químicos que bloqueiam a conexão entre os neurotransmissores.

Como dizia Henry Ford:

“Se pensas que podes o que não podes, sempre estarás com a razão”.

6.. Escute música barroca.

A música é a porta para terrenos interiores; chega a lugares fora de nosso alcance.

Ajuda a criatividade, a expressão pessoal.

Facilita o aprendizado.

Um fazendeiro comprovou que ao colocar música barroca para suas vacas, houve um aumento na produção de leite e de glóbulos brancos.

7.. Libere seu cérebro.

Se não o usarmos, o perderemos.

Jogue xadrez, resolva palavras-cruzadas, aprenda a tocar um instrumento, faça matemática, viaje a lugares novos, vá a exposições de arte, leia, estude algo.

Escreva e desenhe com as duas mãos.

Abra sua mente a novas experiências e formas de pensar.

Tudo isso faz com que o cérebro funcione melhor.

Podemos concluir que neste chamado “Milênio da Mente”, a única maneira de ser competitivo e manter um equilíbrio em nossas vidas, é alimentar o espirito e é não trabalhar demais, e sim trabalhar melhor….!
O segredo.com


10 FATORES DO SEU ESTILO DE VIDA QUE FAZEM COM QUE VOCÊ SE SINTA DEPRIMIDO(A):

Muitos de meus clientes me procuram dizendo que há “algo errado” com eles. Eles acreditam que são fundamentalmente falhos, ou que estão na sua última tentativa de darem certo na vida e, muitas vezes com planos de acabar com ela caso as coisas deem errado. No entanto, na maioria das vezes, a raiz da depressão não é um desequilíbrio bioquímico ou uma herança genética. Pelo contrário, é um resultado de um ou mais dos seguintes fatores:

1. Isolamento
Como comprova a maioria das pesquisas, a conexão social é uma das maneiras mais eficazes para prevenir e curar a depressão. No entanto, o problema é que os depressivos, muitas vezes, não são as pessoas mais divertidas para se ter como companhia, por uma condição própria do seu estado, o que os leva de volta ao isolamento. Junte-se a um grupo de apoio ou ligue para um velho amigo.

2. Tristeza
Você já passou por uma separação, perdeu um emprego ou experimentou a perda de um membro da família? Todas estas situações são cheias de tristeza. Se você experimentou uma grande mudança ou perda no ano passado (ou mais, caso você tenha suprimido sua tristeza), é possível que a sua depressão esteja ligada a isso.

 A tristeza abre caminho para a depressão, por isso, se você passou a se sentir desmotivado, para baixo, irritado, desinteressado pelas coisas que você habitualmente desfrutava, incapaz de se concentrar e enfrentando distúrbios do sono e dieta; isso provavelmente está relacionado à sua adaptação à transição ou perda.
3. Privação de sono
Já reparou o quanto você fica mais frágil e letárgico depois de um sono ruim? A exaustão afeta o nosso estado de espírito, nossos níveis de energia e nosso funcionamento cognitivo.

 O problema é que a depressão também pode causar distúrbios do sono, fazendo com que ocorra um ciclo vicioso. Fale com o seu terapeuta sobre como fazer uma higiene do sono adequada, usando estratégias cognitivo-comportamentais para combater a insônia; e, se você acreditar que tenha um distúrbio do sono, considere consultar um especialista do sono. Alguns distúrbios do sono estão correlacionados com a depressão.

4. Falta de um sentido
Do ponto de vista existencial, precisamos de um sentido em nossas vidas para sermos felizes. De acordo com Viktor Frankl, podemos encontrar esse significado através do trabalho, relacionamentos (românticos e outros), ajudando os outros, com empreendimentos criativos (por exemplo, a escrita, a música, a arte / design), e com a espiritualidade, para citar alguns.

 Se você estiver em uma carreira que você despreza, ou se sente “perdido” na vida, a depressão será uma forma de lhe dizer que a maneira como você está vivendo sua vida não se alinha com os seus valores e desejos. Leve-a como um sinal positivo de que a mudança precisa acontecer e considere como sua vida seria se você se sentisse realizado em algumas (ou todas) as áreas acima mencionadas.

5. Excesso de autocrítica
Imagine o quão inútil você se sentiria se tivesse um amigo, companheiro ou pai verbalmente abusivo ao seu lado em todos os momentos. Bem, é assim que é para muitas pessoas altamente autocríticas. Preste atenção à sua voz interna. Qual é o seu teor?

 Se você achar que está dizendo coisas para si mesmo que nunca diria a um amigo, é hora de fazer uma mudança. Vários estudos têm demostrado que a aprendizagem de autocompaixão pode ser uma intervenção eficaz no tratamento da depressão. A psicoterapia pode ser um lugar maravilhoso para aprender este hábito saudável.
6. Má alimentação
Mais e mais pesquisas estão sendo feitas nesta área e sugerem que a deficiência de alguns nutrientes e alergias alimentares estão ligadas à depressão.
 Por exemplo, alguns estudos mostraram que as vitaminas B e D estão negativamente correlacionadas com humor deprimido, enquanto o glúten está correlacionado positivamente (em pessoas que sofrem de intolerância). Cada indivíduo é diferente, mas fazer um exame de sangue e consultar uma nutricionista pode ajudar.
7. Estresse

Estudos têm demostrado que o stress crônico pode conduzir à depressão. Um pouco de stress é saudável, mas quando passa o limite do suportável, pode ser o fator responsável por uma depressão.
 Se você não pode cortar algumas responsabilidades, considere avaliar de onde as expectativas que você se sente pressionado a atender estão vindo (de alguém ou de você mesmo?) e veja como pode tirar um pouco dessa pressão.

Permita-se reduzir as expectativas por desempenho, cometa erros, saia e peça ajuda. Em outras palavras, pare de tratar a si mesmo como uma máquina e permita-se ser um ser humano.

8. Sempre trabalho e nenhuma diversão
Muitas pessoas têm a (falsa) impressão de que quando atingem a idade adulta, já não precisam ou merecem se divertir. Ou que só é permitido ter “diversão” depois que o trabalho esteja feito.

 Bem, dado o fato de que sempre haverá algo a mais para ser feito – uma outra conta para pagar, outro projeto para ser concluído, outra pilha de roupa para lavar – as chances são que você nunca encontre tempo para se divertir.

 Permita-se tirar algum tempo de sua programação diária para fazer algo que você goste. Poderia ser uma atividade ou um tempo na deitado no sofá assistindo TV, por exemplo.

9. Hormônios desequilibrados
Desequilíbrios ou deficiências nos níveis de estrógeno, progesterona e cortisol estão correlacionados com a depressão. Considere verificar estas áreas para garantir que a depressão que você está enfrentando não esteja relacionada com isso.

10. Não lidar com as emoções
Temos sentimentos primários e secundários. Sentimentos primários são os que sentimos no centro, por exemplo, tristeza ou raiva, ansiedade ou solidão. Sentimentos secundários são os que sentimos quando julgamos a nós mesmos por ter os sentimentos primários.

 Imagine que você esteja se sentindo deprimido e, em seguida, se critique por se sentir assim, dizendo para si mesmo que está apenas triste e precisa parar de se sentir deprimido.

Agora você não está apenas se sentindo deprimido; você também está sentindo vergonha, pressão e frustração. Ao se permitir sentir os sentimentos que surgem (quaisquer que sejam) com compaixão e sem julgamento, você irá notar um peso enorme sendo tirado dos seus ombros.

Fique atento: alguém da sua família (ou você mesmo) pode estar ocultando a depressão - ou nem sequer sabe que tem a doença
Existem pessoas que vão levando a vida com “depressão mascarada” ou “escondida“: elas tentam ocultar a sua depressão diante dos outros ou nem sequer sabem (ou não querem admitir para si mesmas) que têm depressão.

Isto acontece porque ainda existem, entre as pessoas, entendimentos vagos ou equivocados sobre esta doença de sintomas complexos, que variam de indivíduo para indivíduo: nem sempre é fácil identificar a presença da depressão em familiares, amigos, colegas ou até em nós próprios. O desconhecimento e os preconceitos a respeito da depressão estão diminuindo, é verdade, mas, mesmo assim, continuam sendo bastante frequentes.

No entanto, até nos casos em que o sofrimento parece “invisível”, ele deixa “sinais” que podemos captar se estivermos atentos.
E estes são 7 sinais de que uma pessoa pode estar sofrendo de “depressão escondida”:

1. A pessoa deprimida pode nem parecer deprimida, mas está constantemente cansada
Muita gente pensa que as pessoas com depressão não querem sair do quarto, ficam desleixadas e andam sempre tristes. Mas a depressão não tem os mesmos sintomas em todas as pessoas.

 Muitos doentes conseguem demonstrar uma aparência de boa saúde mental, mas, por baixo desse verniz, estão exaustos. De fato, um efeito bastante comum da depressão é um permanente cansaço – e, se o doente não foi diagnosticado adequadamente, nem ele sabe que a causa desse cansaço é a depressão.

 Talvez ele pense que está apenas com acúmulo de trabalho, ou se culpe por uma suposta preguiça, ou ache que está com “fraqueza”. Um diagnóstico sério é fundamental para dar início à solução deste quadro depressivo.
2. A pessoa deprimida pode se irritar com facilidade
Ainda é comum a ideia de que uma pessoa com depressão seja quieta, amuada, apática. Por isso, muita gente não imagina que a pessoa deprimida pode ficar bastante irritadiça. Mas ela pode; aliás, isso ocorre com frequência, já que ela precisa continuar lidando com as responsabilidades do cotidiano apesar da falta de energias, o que é bastante esgotador. Como o mundo inteiro parece mais acelerado e impaciente hoje em dia, é comum que as pessoas não interpretem essa irritabilidade como sintoma da depressão. E é por isso mesmo que é necessário ficar atento: a irritabilidade pode ser, sim, um sintoma da doença.

3. A pessoa deprimida pode parecer indiferente ao afeto dos outros
O indivíduo com depressão nem sempre se sente triste: muitas vezes, ele simplesmente não sente nada. São relativamente comuns os relatos de pacientes que se sentem frios, indiferentes, “entorpecidos”, e, nesse quadro, eles não reagem a palavras e atos de carinho. Este é outro sinal que pede atenção.

4. A pessoa deprimida pode abandonar atividades que antes gostava de fazer
O desinteresse por atividades antes prazerosas é um indicativo frequente da depressão, já que a doença esgota as energias físicas e mentais, reduzindo drasticamente a capacidade de sentir satisfação. Se não houver explicação plausível para o desinteresse crescente da pessoa por atividades das quais ela gostava, este mesmo fato pode ser um importante sintoma da depressão.

5. A pessoa deprimida pode assumir hábitos alimentares prejudiciais
A alteração dos hábitos alimentares pode ser um efeito colateral do descuido com a própria vida ou até uma tentativa de lidar com a doença: pode ser que o excesso de comida seja uma forma de tentar sentir algum prazer, por exemplo, ou que a perda de apetite seja um indicativo de que até o ato de comer já se tornou insípido e pesado.

 É comum achar que os maus hábitos alimentares de alguém se devam a mera falta de disciplina, mas eles também podem ser sinais relevantes de depressão clínica.
6. A pessoa deprimida pode se sentir pressionada ou exigida além das suas forças
Uma pessoa com depressão não tem as mesmas disposições de quem está mental e fisicamente sadio. Exigir o que ela não é capaz de fazer só serve para piorar o seu quadro, porque tanto pode perturbá-la e frustrá-la quanto deixá-la envergonhada e magoada. Se é sempre importante ser paciente e compreensivo com todas as pessoas no dia-a-dia, é mais importante ainda ter a sensibilidade de manter a paciência e a compreensão com as pessoas que enfrentam o peso da depressão: elas realmente não conseguem fazer as coisas com a mesma disposição de quem não sofre a doença. Não é frescura! É doença e requer tratamento – e muita paciência.

7. A pessoa deprimida pode oscilar de humor aleatoriamente
A depressão pode ser cheia de altos e baixos, alternando “dias bons” e “dias ruins” sem muita lógica aparente. Geralmente, não se percebe uma motivação específica para as variações de humor: elas podem ser apenas uma forma de manifestação da depressão. É importante prestar especial atenção à falsa impressão de que a pessoa está curada quando passa por uma série de “dias bons”: na verdade, o quadro poderá mudar de repente, reforçando a necessidade de ajuda especializada.

O que fazer se eu me identifiquei com esses sintomas?
Se você identificou esses sintomas em si mesmo ou em alguém que você conhece e concluiu que pode estar com depressão, não se assuste: a depressão é bastante comum em nossa sociedade e é perfeitamente tratável.

 Não se automedique: é fundamental procurar orientação médica especializada e responsável para que o tratamento seja um sucesso. Experimente consultar um psicólogo para compreender melhor o que está acontecendo; se for necessário, ele encaminhará você a um psiquiatra, que é o médico especializado nos tratamentos com medicação apropriada para reequilibrar o funcionamento do seu sistema nervoso. 

Junto com o tratamento, alimente a sua mente e a sua alma com motivação e fé, consciente de que essa perda de energias pode ser superada. A sua determinação de vencer e fazer o tratamento com empenho, mesmo que não sinta vontade para nada, é essencial para derrotar a depressão!

 Postado por Dharmadhannya



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